Avaliação Interna

da Escola Secundária de Lousada

Relatório Final de Auto-Avaliação 2008/09

 

avaliação interna 

A equipa de Auto-Avaliação da escola informa que o RELATÓRIO  Final de auto-avaliação e os dados aqui apresentados têm um significado informativo-indicativo para a promoção da reflexão sobre os mesmos, bem como sugestões de todos os intervenientes para melhorar eventuais aspectos.

Contamos com a vossa colaboração!

Relatório de auto-avaliação da escola

avaliar a escola

O relatório que aqui se apresenta materializa a concretização do processo que decorreu da nossa acção levada a cabo desde o início do ano lectivo 2008/2009 e referente à avaliação da satisfação do pessoal não docente e encarregados de educação e avaliação das metas do projecto educativo.

Constatar-se-ão aspectos positivos inerentes ao funcionamento do nosso estabelecimento de ensino, bem como aspectos que poderão permitir uma reflexão conjunta, no sentido de perspectivar estratégias de melhorar o nosso desempenho profissional e autenticar a qualidade do nosso serviço educativo.

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INTERNA 2008/09

“Motivação no trabalho” – Workshop para funcionários

Motivação dos AAE

Realizou-se no dia 30 de Julho, no Auditório da escola um Workshop para os funcionários na área dos Recursos Humanos, subordinado ao tema Motivação no Trabalho, por iniciativa da equipa da Avaliação Interna. A formadora foi a professora Graça Lopes e o objectivo foi fornecer ferramentas básicas para desenvolver a motivação no local de trabalho, de modo a promover boas práticas na execução das tarefas e no atendimento ao público. Assim, foram apresentados um conjunto de métodos e técnicas de gestão da relação pessoal/organização que tiveram como meta a adopção voluntária de uma abordagem profissional no atendimento ao público escolar em geral. Deste modo, pretendeu-se criar a capacitação para o sucesso e para uma melhor gestão da vida pessoal.

Os Auxiliares de Acção Educativa presentes agradeceram a formação recebida considerando-a muito oportuna e inédita, mostrando-se muito receptivos a este tipo de acções.

Grupo de reforço à Equipa de Avaliação Interna

Reforço da Equipa de Avaliação Interna“Estamos hoje face a um sistema que sofreu nos últimos anos profundas mudanças, que cresceu de forma vertiginosa (…). O acesso ao ensino democratizou-se, há novos públicos que o frequentam, a formação avançada dos docentes progrediu de modo muito significativo e foram realizados importantes investimentos, em edifícios e em equipamentos. As mudanças recentes exigem que se conheça bem as instituições que temos, o que implica estudá-las e avaliá-las. Só assim poderemos melhorar o ensino e adaptá-lo às exigências dos novos tempos. A avaliação deve servir, a meu ver, para corrigir situações problemáticas, mas deve servir igualmente para identificar inovações e boas práticas (…) é essencial à decisão política, à correcção do sistema e à melhoria dos cursos. Não podemos ficar paralisados em torno das nossas dificuldades e devemos valorizar o que de positivo fazemos. Só assim ganharemos confiança na nossa capacidade de resolver problemas e de evoluir.”

in, Discurso do Presidente da República por ocasião da Sessão de Abertura do Seminário “Avaliação e Acreditação”, Lisboa, em 30 de Novembro de 2001

Foi constituído um grupo de reforço à Equipa de Avaliação Interna da Escola Secundária C/ 3º CEB de Lousada constituído por Sara Martins, Alexandre Ribeiro, Joaquina Dias, Paulo Monteiro e Graça Coelho. Os objectivos desta equipa de trabalho visarão a avaliação do Projecto Educativo de Escola, no que diz respeito à sua análise e na apresentação de sugestões que aumentem a qualidade do ensino e a capacidade de responder às situações problemáticas de aprendizagem dos alunos, mobilizando os recursos internos e os locais, na procura de soluções que se ajustem ao contexto real da escola.

 

Reuniu a Equipa de Avaliação Interna

img_01141img_0115img_01121Reuniu no passado dia 4 de Março, na biblioteca, a equipa de Avaliação Interna da Escola Secundária de Lousada. Esta reunião permitiu aos membros desta assembleia fomentar uma maior reflexão em torno da procura de um sentido colectivo da escola, compreendendo as suas dinâmicas e  com o intuito de encontrar as soluções mais adequadas e criativas à resolução dos problemas emergentes. Nesta reunião foi também planeado e discutido o processo de auto-avaliação de escola quer a nível da construção dos referenciais, dos instrumentos de recolha de informação, quer na sua aplicação e consequente apresentação dos resultados, através da elaboração dos relatórios e da reflexão sobre os resultados finais alcançados.

A nossa escola…

 Stop the timeSó me apetece dizer bem da nossa escola! Corrijo, não é porque me apetece, mas porque o que me “salta à vista” é bom. Vejam só… o grupo de matemática. Este grupo fantástico composto por professoras extraordinárias que se dedicam de maneiras várias a fomentar a aprendizagem desta disciplina com tão má fama junto dos alunos! É vê-los na C13 às quartas… aos montes. É um gozo ver a professora Arminda na C13, logo às 8.30 da manhã, de alguns dias da semana a preparar os seus alunos… energia, entusiasmo, dedicação e pedagogia…muita! Isto, para não falar daqueles que se dirigem à biblioteca à procura da professora Isabel, só para ter mais “luzes” a matemática! O pior é que muitas vezes esta professora é impedida de realizar esta sua missão porque a chamam, imaginem, para dar aquela coisa da substituição! Ah… nisto a nossa escola é má! Não sabe avaliar as prioridades com rigor. Tem muita dificuldade em trabalhar com o improviso e aplica a lei sem avaliar as situações e agir em conformidade. Pois, onde faz mais falta esta professora?! Com os seus alunos, respondendo ao seu apelo de ajuda ou a vigiar uma turma que ficou sem professor de Educação Física ou coisa assim… quando estes alunos até podiam ficar “a ler” na C13, por exemplo. Ou, quiçá a namorar a vida.

Acho que vou ficar por aqui, mas até me apetecia falar na Biblioteca, neste espaço sedutor e aprazível, na oportunidade das actividades propostas pela coordenadora e na prestabilidade das suas funcionárias. É, na verdade, um local onde apetece estar, e que está muito quentinho. 

Até breve.

A professora Graça Lopes

Relatório dos resultados da Avaliação Externa da nossa Escola

Avaliação Externa da Escola 

Aqui se disponibiliza o relatório dos resultados da avaliação externa da Escola Secundária C/ 3º ciclo do Ensino Básico de Lousada realizada pela equipa de avaliação da IGE efectuada entre 24 e 25 de Novembro de 2008.  Este  processo de avaliação externa fomentará, sem dúvida a auto-avaliação e resultará na oportunidade de melhoria para a escola, constituindo um instrumento de reflexão e de debate. Ao identificar pontos fortes e pontos fracos, bem como oportunidades e constrangimentos, a avaliação externa de uma escola oferecerá elementos para a construção ou o aperfeiçoamento de planos de melhoria e de desenvolvimento, em articulação com a administração educativa e com a comunidade em que se insere.

Aceda aqui ao: Relatório da Avaliação Externa da Escola Secundária EB3ºCiclo de Lousada

Questionários elaborados e já aplicados

questionários

Neste momento a nossa equipa do Plano da Avaliação Interna – PAI - da Escola Secundária de Lousada elaborou e já aplicou os questionários aos Encarregados de Educação e aos Auxiliares de Acção Educativa.

Aqui os apresentamos:

Questionarios aos Pais/Encarregados de Educação

Questionários ao Pessoal Não Docente

A subjectividade dos instrumentos de avaliação

subjectividade-na-avaliacaoA subjectividade inerente à interpretação dos dados recolhidos está inevitavelmente omnipresente, por maior rigor e objectividade que se queira dar ao uso dos instrumentos de avaliação, quer se trate de uma observação directa do aluno em situação, quer se trate da análise das respostas aos itens de um teste (neste caso, devido não só à interpretação das próprias respostas, como também às contingências ligadas à selecção dos conteúdos, formas de apresentação gráfica, linguagem utilizada…). Consoante os avaliadores, as interpretações podem ser mais ou menos variadas, tanto na utilização de instrumentos de índole qualitativa (como os que se utilizam na observação directa) ou de índole quantitativa (como as fichas/testes sumativos). Contudo, a subjectividade é muito maior quando se trata da interpretação dos dados da observação de comportamentos sócio-afectivos e consideravelmente menor quando se aplicam fichas/testes de aproveitamento, de natureza cognitiva, desde que devidamente adequados aos alunos que se tem e de acordo com o processo de ensino/aprendizagem que foi desenvolvido. Assim, há que aceitar a subjectividade em avaliação “como condição para um aprofundamento dos problemas e uma melhor aproximação da realidade” e procurar, na medida do possível, diminuí-la, diversificando os instrumentos de avaliação. “A utilização repetida e exclusiva de um mesmo tipo de instrumento de avaliação não permite ‘ver’ o aluno sob todos os ângulos… Se há alunos que evidenciam melhor as suas competências com um determinado tipo de instrumento, cumpre ao professor prepará-los para poderem responder o mais adequadamente possível, qualquer que seja o instrumento utilizado. Há que saber dosear a utilização de técnicas e instrumentos de avaliação, racionalizando-os no sentido de potencializar o seu rigor e atenuar as dificuldades do seu uso.”

Elisa Vila Nova, Avaliação dos alunos – Problemas e Soluções, Texto Editora, 2001. (Adaptado)

Afectividade e Educação

 

 

 

 

Assumindo um caráter pedagógico, a avaliação precisa desvincular-se do processo classificatório e selectivo, para estabelecer o básico da sua função que se aplica principalmente ao professor que a utiliza, analisando e reflectindo os resultados dos alunos. Desta forma, a avaliação propicia a tomada de conteúdos, as novas metodologias e um redimensionamento da trajectória, conforme a necessidade do momento, enfatizando deste modo o processo, reflectindo o ensino que procura a construção do conhecimento. Ela deve ir muito além de avaliar a aprendizagem do aluno; ela ultrapassa essa dimensão avaliando em contrapartida o trabalho da escola e o desempenho do professor, promovendo a revisão e a redefinição dos objectivos propostos.
Para Philippe Perrenoud: “Mudar a avaliação significa, provavelmente, mudar a escola”.
A avaliação apresenta-se, desta forma, como o retrato da escola, revelando unicamente a educação que ali se aplica, mostrando a concepção de escola, de homem, de mundo, de sociedade… Esse pode ser o caminho! O ponto chave da educação deve ser o aluno aprender a prender, saber pensar, saber ser, ser crítico e ser analítico. E é dentro dessa perspectiva que a avaliação escolar deve trabalhar sempre! Avaliar o rendimento escolar, portanto, é um dos elementos para reflexão e transformação da prática escolar. Os aspectos qualitativos devem prevalecer sobre os quantitativos “…a inspirar amor ao trabalho sem sanções arbitrárias, já existem sanções naturais e inevitáveis.”(Francisco Ferre i Guàrdia, in “La Escuela Moderna”).

Como objectivo principal, devemos valorizar a afectividade como um dos pressupostos básicos para a aprendizagem e a para a sua eficácia na avaliação do rendimento escolar.

 

Entradas antigas »